Na farmácia, a diferença de preço entre um remédio de marca e o genérico pode ser enorme. Mas, afinal, por que os medicamentos de referência custam mais? E, principalmente, quando o paciente pode exigir que o plano de saúde ou o SUS forneça o remédio de referência, e não uma cópia? Neste artigo, explicamos as diferenças e os seus direitos.
Resumo rápido
- O medicamento de referência é o original, que passou pelos estudos de eficácia e segurança.
- O genérico é intercambiável com o de referência; o similar tem o mesmo princípio ativo, mas pode ter diferenças.
- O preço maior se explica pela pesquisa, pela patente e pelo marketing.
- Em alguns casos, por razão médica, o paciente pode exigir o medicamento de referência.
Referência, genérico e similar: qual é a diferença
| Tipo | Características |
|---|---|
| Referência | É o medicamento inovador, com eficácia e segurança comprovadas em estudos clínicos. |
| Genérico | Tem o mesmo princípio ativo, dose e forma do original. Além disso, pode substituí-lo na farmácia. |
| Similar | Também copia o princípio ativo, mas pode ter diferenças, como excipientes e embalagem. |
Por que os medicamentos de referência são mais caros
Primeiro, o laboratório investe anos e muito dinheiro em pesquisa. Depois, durante a patente, não há concorrência direta. Além disso, os gastos com divulgação também entram no preço. Por outro lado, os genéricos chegam ao mercado depois da patente e, por isso, custam menos.
Quando é possível exigir medicamentos de referência
Em regra, o plano de saúde e o SUS podem fornecer o genérico no lugar dos medicamentos de referência ou uma versão equivalente. No entanto, há situações em que o médico justifica a necessidade do original. Por exemplo, quando o paciente teve reação ao genérico, quando a troca prejudicou o controle da doença ou quando não existe versão equivalente adequada.
Nesses casos, um relatório médico detalhado faz toda a diferença. Afinal, é ele que demonstra por que a substituição não é segura.
O plano ou o SUS trocou o seu remédio e isso prejudicou o tratamento?
Medicamentos de referência negados: como o escritório atua
A troca indevida de medicamentos de referência pode comprometer um tratamento que estava funcionando. Por isso, o escritório analisa o caso e busca a solução mais rápida.
- Análise: primeiro, verificamos a prescrição, a troca feita e os efeitos no paciente.
- Prova: em seguida, orientamos o médico sobre o que o relatório deve demonstrar.
- Ação: por fim, quando necessário, buscamos na Justiça o fornecimento do medicamento correto.
O que levar para o atendimento: receitas, relatório médico, registros de reações ou piora após a troca e a resposta do plano ou do SUS. Veja também os casos de medicamento de alto custo, remédios pelo SUS em MG e tratamento negado pelo plano. Você encontra a lista de medicamentos genéricos no site oficial da Anvisa.
Atendimento 100% online para todo o Brasil
Teve o seu medicamento negado ou trocado?
Agende um horário com o escritório para analisarmos o seu caso e buscarmos o medicamento indicado pelo seu médico.
Perguntas frequentes
O genérico tem a mesma eficácia?
Em geral, sim, pois ele passa por testes de bioequivalência. Mesmo assim, alguns pacientes podem reagir de forma diferente.
O farmacêutico pode trocar o remédio da receita?
Pode trocar o de referência pelo genérico, salvo se o médico proibir a troca na receita.
A análise do caso tem custo?
Sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.
Preciso ir até o escritório?
Não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.
Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.

