Em quase todo pedido de tratamento, medicamento ou benefício, existe um documento que pesa mais do que os outros: o relatório médico. Afinal, é ele que mostra ao plano de saúde, ao SUS, ao INSS ou ao juiz por que o tratamento é necessário. Por isso, um relatório incompleto costuma ser a principal causa de negativas, enquanto um relatório bem feito muda o rumo do caso.
Resumo rápido
- O relatório médico explica o quadro clínico e justifica o tratamento indicado.
- Ele é diferente do atestado e do laudo pericial.
- Relatórios genéricos são uma das maiores causas de negativa.
- O escritório orienta o seu médico sobre o que o documento precisa conter.
O que é o relatório médico
O relatório médico é o documento em que o médico assistente descreve o histórico do paciente, o diagnóstico, os tratamentos já feitos e a justificativa do tratamento atual. Além disso, ele deve mostrar os riscos de não tratar ou de interromper o tratamento.
Relatório, laudo e atestado: qual é a diferença
| Documento | Para que serve |
|---|---|
| Relatório médico | Resume o caso clínico e justifica o tratamento. Por isso, é a base dos pedidos e das ações. |
| Laudo pericial | Parecer técnico de um perito ou assistente, geralmente usado no processo. |
| Atestado | Afirma um fato simples, como a necessidade de afastamento ou repouso. |
Por que o relatório médico decide tantos casos
Na prática, planos de saúde, SUS e INSS negam muitos pedidos por falta de informação. Da mesma forma, o juiz decide com base nas provas. Assim, quando o relatório é detalhado, fica mais difícil sustentar a recusa. Isso vale, por exemplo, para os medicamentos de alto custo e para os tratamentos fora do rol da ANS.
Por outro lado, relatórios curtos e genéricos, como “paciente precisa do medicamento”, enfraquecem o pedido.
O que um bom relatório médico precisa conter
- diagnóstico, com o CID, e a evolução da doença;
- tratamentos já feitos e por que não funcionaram;
- justificativa técnica do tratamento indicado;
- urgência e riscos da demora ou da interrupção;
- limitações para o trabalho, no caso de benefícios do INSS.
Precisa de um relatório médico forte para o seu caso?
Relatório médico: como o escritório ajuda
Cada tipo de pedido exige informações diferentes no relatório. Por isso, o escritório analisa o seu caso e orienta o seu médico sobre os pontos que precisam constar no documento.
- Análise do caso: primeiro, identificamos o que o plano, o SUS ou o INSS vai exigir.
- Orientação ao médico: em seguida, indicamos os pontos técnicos e jurídicos que o relatório deve abordar.
- Pedido ou ação: por fim, usamos o relatório como prova central no pedido administrativo ou na ação judicial.
O que levar para o atendimento: relatórios e receitas atuais, exames, negativas recebidas e documentos pessoais. Veja também o que fazer quando o plano nega tratamento e quando o INSS nega um benefício. O direito do paciente às informações sobre a própria saúde está no Código de Ética Médica.
Atendimento 100% online para todo o Brasil
Teve um pedido negado por falta de documentação?
Agende um horário com o escritório. Analisamos o seu caso e orientamos o que o relatório médico precisa demonstrar.
Perguntas frequentes
O médico é obrigado a fazer o relatório?
Sim, pois o paciente tem direito às informações sobre a própria saúde.
O relatório precisa ter o CID?
Em regra, sim, para pedidos de cobertura e benefícios. No entanto, a inclusão depende da autorização do paciente.
A análise do caso tem custo?
Sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.
Preciso ir até o escritório?
Não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.
Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.

