O anastrozol (Arimidex) costuma fazer parte do tratamento do câncer de mama por vários anos. Por isso, quando o plano de saúde nega ou interrompe o fornecimento, o impacto no bolso e na tranquilidade da paciente é enorme.
Felizmente, esse tipo de negativa costuma ter solução. Além disso, quem já pagou pelo remédio pode, em muitos casos, pedir o dinheiro de volta.
Resumo rápido
- O anastrozol é usado por anos no tratamento do câncer de mama.
- Por ser um remédio oral contra o câncer, o plano, em regra, deve cobrir.
- Quem pagou do próprio bolso pode, em muitos casos, pedir reembolso.
- Pacientes com câncer também podem ter isenção de imposto de renda na aposentadoria.
Para que serve o anastrozol
O anastrozol é um comprimido usado no tratamento do câncer de mama em mulheres após a menopausa, quando o tumor depende de hormônios para crescer. Na prática, ele reduz a produção desses hormônios e ajuda a evitar que a doença volte.
Como o tratamento costuma durar anos, o custo acumulado pesa muito. Assim, garantir a cobertura faz diferença durante todo esse período.
Anastrozol negado pelo plano de saúde: por que acontece
Na prática, as operadoras costumam alegar que se trata de remédio de uso em casa ou limitam a quantidade liberada. Em outros casos, elas simplesmente param de autorizar no meio do tratamento. Contudo, remédios orais contra o câncer fazem parte da cobertura na maioria das situações.
Por isso, a paciente não precisa aceitar a recusa nem arcar sozinha com anos de tratamento.
| Situação | O que costuma acontecer |
|---|---|
| Plano parou de autorizar no meio do tratamento | Em regra, a interrupção pode ser revertida |
| Plano liberou só parte das caixas | É possível exigir a quantidade prescrita |
| Paciente pagou do próprio bolso | Em muitos casos, cabe reembolso |
| Paciente sem plano de saúde | O tratamento pode ser buscado pelo SUS |
Teve o anastrozol negado? Fale com o escritório antes de pagar do próprio bolso.
Anastrozol pelo SUS e outros direitos da paciente
No SUS, o tratamento do câncer é conduzido pelo hospital de referência, que fornece os remédios da terapia. Além disso, a paciente com câncer pode ter outros direitos importantes, como a isenção de imposto de renda sobre aposentadoria ou pensão. Assim, vale fazer uma avaliação completa do caso com o escritório.
Como o escritório atua no seu caso
- Análise da negativa: primeiramente, avaliamos a recusa, o contrato e a prescrição.
- Relatório médico: em seguida, orientamos o que o relatório do seu médico precisa mostrar.
- Pedido de urgência: depois, quando há risco à saúde, pedimos à Justiça a liberação rápida do remédio.
- Acompanhamento: por fim, acompanhamos o caso até o remédio chegar às suas mãos.
O que levar para o atendimento: carteirinha do plano (se tiver), a negativa ou o número do protocolo, a receita, o relatório médico e os exames recentes.
Veja também: isenção de imposto de renda por doença grave, tratamento oncológico negado, tratamento fora do rol da ANS e quimioterapia oral pelo plano de saúde. Por fim, você encontra a lista oficial de coberturas dos planos no site oficial da ANS.
Atendimento 100% online para todo o Brasil
Teve o anastrozol negado?
Agende um horário com o escritório. Analisamos o seu caso individualmente e buscamos a liberação do remédio com a urgência que ele exige.
Dúvidas frequentes
O plano pode limitar a quantidade de anastrozol?
Não. A quantidade deve seguir a prescrição médica.
Comprei o remédio por meses. Posso pedir reembolso?
Em muitos casos, sim. Por isso, guarde as notas fiscais.
Paciente com câncer tem outros direitos?
Sim. Por exemplo, aposentadas e pensionistas podem ter isenção de imposto de renda.
A análise do caso tem custo?
Sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.
Preciso ir até o escritório?
Não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.
Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.

