Quem convive com a retocolite ulcerativa sabe o quanto uma crise afeta a rotina. Por isso, quando o médico indica o adalimumabe (Humira) e o plano de saúde nega, a sensação é de estar sem saída.
Contudo, essa negativa costuma ter solução. Assim, com o apoio do escritório, você pode garantir o remédio sem interromper o tratamento.
Resumo rápido
- O adalimumabe é um remédio injetável usado para controlar a retocolite ulcerativa.
- Os planos costumam negar por ser aplicado em casa ou por não aceitar a indicação.
- Além disso, o escritório pode questionar a troca do remédio sem aval do médico.
- Pelo SUS, o paciente pode buscar o remédio na farmácia de alto custo do estado.
Para que serve o adalimumabe
O adalimumabe é um remédio injetável, do tipo biológico, que ajuda a controlar a inflamação em doenças como a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn, entre outras. Em geral, o próprio paciente aplica a injeção em casa, seguindo a orientação médica.
Hoje existem versões de referência e similares biológicos do remédio. Mesmo assim, o custo mensal continua alto para a maioria das famílias.
Adalimumabe negado pelo plano: por que acontece
Na maioria das vezes, o plano alega que o remédio é de uso em casa ou que a indicação não está prevista. Em outros casos, a operadora tenta substituir o remédio por outra versão sem consultar o médico. Contudo, quem define o tratamento é o médico que acompanha o paciente.
Por isso, com um relatório bem feito, o escritório costuma reverter a negativa.
| Situação | O que costuma acontecer |
|---|---|
| Plano negou por ser remédio de uso em casa | Em muitos casos, a negativa é revertida |
| Plano quer trocar o remédio sem aval do médico | O escritório pode questionar a troca |
| Farmácia de alto custo negou ou está sem estoque | O fornecimento pode ser exigido |
| Crise da doença e risco à saúde | Cabe pedido de urgência |
Teve o adalimumabe negado? Fale com o escritório antes de pagar do próprio bolso.
Adalimumabe pelo SUS
No SUS, remédios como o adalimumabe costumam ser entregues pela farmácia de alto custo do estado, desde que o paciente cumpra os requisitos do protocolo. Quando o pedido é negado ou o remédio falta, o escritório avalia o melhor caminho para garantir o fornecimento.
Como o escritório atua no seu caso
- Análise da negativa: primeiramente, avaliamos a recusa, o contrato e a prescrição.
- Relatório médico: em seguida, orientamos o que o relatório do seu médico precisa mostrar.
- Pedido de urgência: depois, quando há risco à saúde, pedimos à Justiça a liberação rápida do remédio.
- Acompanhamento: por fim, acompanhamos o caso até o remédio chegar às suas mãos.
O que levar para o atendimento: carteirinha do plano (se tiver), a negativa ou o número do protocolo, a receita, o relatório médico e os exames recentes.
Veja também: medicamentos de alto custo pelo SUS, relatório médico, tratamento fora do rol da ANS e plano de saúde negou tratamento. Por fim, você encontra a lista oficial de coberturas dos planos no site oficial da ANS.
Atendimento 100% online para todo o Brasil
Teve o adalimumabe negado?
Agende um horário com o escritório. Analisamos o seu caso individualmente e buscamos a liberação do remédio com a urgência que ele exige.
Dúvidas frequentes
O plano pode negar o adalimumabe por ser aplicado em casa?
Nem sempre. Em muitos casos, a Justiça garante a cobertura do tratamento indicado.
O plano pode trocar o Humira por outra versão?
Somente com avaliação do médico. Caso contrário, a troca pode ser questionada.
Consigo o adalimumabe pelo SUS?
Em muitos casos, sim, pela farmácia de alto custo do estado.
A análise do caso tem custo?
Sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.
Preciso ir até o escritório?
Não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.
Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.

