Duração da pensão por morte: quanto tempo você recebe

Duração da pensão por morte: quanto tempo você recebe

Perder alguém da família já é doloroso. Por isso, a última coisa que se espera nesse momento é enfrentar dúvidas com o INSS. Uma das perguntas mais comuns é sobre a duração da pensão por morte: afinal, ela é vitalícia ou tem prazo? A resposta depende da idade do dependente, do tempo de união e das contribuições de quem faleceu.

Resumo rápido

  • A pensão por morte é paga aos dependentes do segurado que faleceu.
  • Para cônjuges e companheiros, a duração depende da idade na data do óbito.
  • A partir de 45 anos, em regra, a pensão é vitalícia.
  • Com menos de 18 contribuições ou menos de 2 anos de união, a pensão dura 4 meses.

Quem tem direito à pensão por morte

Classe Dependentes Prova de dependência
Cônjuge, companheiro(a), filhos menores de 21 anos e filhos inválidos ou com deficiência Presumida pela lei
Pais Precisa ser comprovada
Irmãos menores de 21 anos, inválidos ou com deficiência Precisa ser comprovada

Além disso, a existência de dependentes de uma classe exclui as classes seguintes. Também é preciso que o falecido tivesse qualidade de segurado ou direito a aposentadoria.

Duração da pensão por morte para cônjuge ou companheiro

Se o segurado tinha pelo menos 18 contribuições e a união durava pelo menos 2 anos, a duração segue a idade do dependente na data do óbito:

Idade do cônjuge ou companheiro Duração da pensão
Menos de 22 anos 3 anos
De 22 a 27 anos 6 anos
De 28 a 30 anos 10 anos
De 31 a 41 anos 15 anos
De 42 a 44 anos 20 anos
45 anos ou mais Vitalícia

Por outro lado, se faltarem as 18 contribuições ou os 2 anos de união, a pensão dura apenas 4 meses. No entanto, essas exigências não se aplicam quando a morte decorre de acidente ou de doença do trabalho. Da mesma forma, o cônjuge inválido ou com deficiência recebe enquanto durar essa condição.

Qual é o valor da pensão por morte

Desde a Reforma de 2019, a pensão corresponde a 50% da aposentadoria do falecido, mais 10% por dependente, até o limite de 100%. Assim, uma viúva sozinha recebe 60%. Contudo, quando há dependente inválido ou com deficiência grave, a pensão pode chegar a 100%, até o teto do INSS.

Quer saber se é possível receber a pensão junto com a sua aposentadoria? Veja as regras para acumular pensão e aposentadoria.

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Como o escritório atua no seu caso

Muitas pensões são negadas ou concedidas com duração errada, principalmente nas uniões estáveis sem papel. Por isso, o escritório conduz o caso com cuidado.

  1. Análise da situação: primeiro, verificamos a qualidade de segurado do falecido e a classe de dependentes.
  2. Prova da união: em seguida, reunimos documentos que comprovem a união estável e o tempo de convivência.
  3. Cálculo: além disso, conferimos o valor e a duração corretos do benefício.
  4. Pedido ou ação: por fim, conduzimos o requerimento, o recurso ou a ação judicial.

O que levar para o atendimento: certidão de óbito, documentos pessoais, certidão de casamento ou provas da união estável, como contas no mesmo endereço, fotos e declarações. Veja também a nossa página sobre pensão por morte. Informações gerais sobre os benefícios estão no site oficial do INSS.

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Perguntas frequentes

Vivíamos em união estável sem papel. Tenho direito?
Sim, desde que você comprove a união com documentos. Afinal, a lei protege o companheiro da mesma forma.

Se eu casar de novo, perco a pensão?
Não. Em regra, o novo casamento não encerra a pensão por morte.

A análise do caso tem custo?
Sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.

Preciso ir até o escritório?
Não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.

Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.

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