Infliximabe (Remicade) negado pelo plano de saúde

Infliximabe (Remicade) negado pelo plano de saúde

O infliximabe, conhecido como Remicade, trata doenças como artrite reumatoide, doença de Crohn e retocolite. É um tratamento contínuo, e qualquer interrupção costuma custar caro à saúde do paciente.

Resumo rápido

  • Além disso, o remédio aplicado em ambiente de saúde costuma ter cobertura.
  • Além disso, a troca do infliximabe por outro medicamento não pode ser imposta pelo plano.
  • Assim, a negativa por lista da ANS costuma render discussão judicial.
  • Por isso, o relatório do especialista é o documento central.
  • Por fim, parar o tratamento agrava o quadro e reforça a urgência.

Quando o plano deve cobrir o infliximabe

A cobertura acompanha a indicação médica e o tipo de aplicação:

Situação O que costuma valer
Assim, aplicação em hospital ou clínica Além disso, costuma ter cobertura obrigatória.
Por isso, paciente já em tratamento Assim, a interrupção é um argumento forte.
Ou seja, uso fora do previsto em bula Portanto, a justificativa médica costuma garantir a cobertura.
No entanto, plano sugere outro biológico Além disso, a escolha técnica é do médico.
Em geral, negativa por custo Dessa forma, não é justificativa válida.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar define as regras gerais de cobertura, e você pode consultá-las no site oficial da ANS.

Por que o plano nega o infliximabe

Os argumentos mais comuns:

  • Por isso, a operadora alega que o uso não está na lista da ANS;
  • além disso, o plano quer substituir por outro medicamento;
  • por isso, a auditoria questiona a indicação;
  • Ou seja, o serviço de aplicação não é credenciado.

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Negativa do plano: como o escritório atua

Quando o tratamento não pode esperar, o tempo é o que mais importa. Por isso, o escritório age com urgência e estratégia desde o primeiro contato.

  1. Análise do caso: primeiro, avaliamos os documentos e o melhor caminho para a sua situação.
  2. Documentos médicos: em seguida, orientamos o que o relatório do seu médico precisa mostrar.
  3. Pedido de urgência: depois, buscamos na Justiça uma decisão rápida, quando o caso exige.
  4. Danos: por fim, quando cabível, pedimos indenização pela recusa indevida.

O que levar para o atendimento: pedido e relatório do médico, exames, a negativa do plano por escrito, a carteirinha e os documentos pessoais. Veja também: medicamento de alto custo e adalimumabe para colite ulcerativa.

Dra. Crislaine Faria Meireles, advogada

Dra. Crislaine Faria Meireles

Advogada · OAB/MG 220.946 · Direito Previdenciário e Direito à Saúde

Atende clientes de todo o Brasil, com horário agendado, em casos de benefícios do INSS e negativas de planos de saúde. Nota 5,0 com 59 avaliações no Google.

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Agende um horário com o escritório. A equipe da Dra. Crislaine busca a retomada do tratamento com urgência.

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Perguntas frequentes

O plano pode trocar meu medicamento?
Em geral, a substituição precisa de justificativa médica, e não apenas de custo.

E se eu já fazia o tratamento?
No entanto, a interrupção costuma pesar muito a favor do paciente.

Existe caminho pelo SUS?
Por fim, sim, e o escritório analisa isso junto com o pedido ao plano.

A análise do caso tem custo?
Assim, sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.

Preciso ir até o escritório?
Portanto, não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.

Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.