Cranioplastia negada pelo plano de saúde: seus direitos

Cranioplastia negada pelo plano de saúde: seus direitos

Depois de um acidente ou de uma cirurgia no crânio, a reconstrução costuma ser o que devolve proteção e qualidade de vida ao paciente. Mesmo assim, a cranioplastia é negada por muitos planos, quase sempre por causa da prótese usada na cirurgia.

Resumo rápido

  • Além disso, se o contrato cobre internação, a cirurgia indicada pelo médico costuma ter cobertura.
  • Além disso, a prótese ligada ao ato cirúrgico entra na cobertura.
  • Assim, quem escolhe o material é o médico, com justificativa técnica.
  • Por isso, a recusa por “material não previsto” pode ser revertida.
  • Por fim, em casos de risco, dá para buscar decisão rápida na Justiça.

Cranioplastia negada: quando a cobertura é obrigatória

A cirurgia costuma ser indicada para proteger o cérebro e corrigir a falha óssea. Veja as situações mais comuns:

Situação O que costuma valer
Assim, plano com cobertura hospitalar Além disso, a cirurgia e a internação devem ser cobertas.
Por isso, prótese personalizada indicada pelo médico Assim, o material ligado à cirurgia entra na cobertura.
Ou seja, plano sugere material diferente Portanto, o médico pode justificar a escolha, e isso costuma prevalecer.
No entanto, negativa por “falta de previsão” Além disso, pode ser revertida, principalmente com relatório detalhado.
Em geral, risco de piora sem a cirurgia Dessa forma, reforça o pedido de urgência.

As regras gerais de cobertura são definidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, e você pode consultá-las no site oficial da ANS.

Por que o plano nega a cranioplastia

As justificativas mais comuns são estas:

  • Por isso, o plano alega que a prótese não está prevista na lista da ANS;
  • além disso, a operadora questiona o material escolhido pelo médico;
  • por isso, o hospital não é da rede;
  • Ou seja, o plano trata a cirurgia como estética, o que não corresponde ao caso.

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Negativa do plano: como o escritório atua

Quando o tratamento não pode esperar, o tempo é o que mais importa. Por isso, o escritório age com urgência e estratégia desde o primeiro contato.

  1. Análise do caso: primeiro, avaliamos os documentos e o melhor caminho para a sua situação.
  2. Documentos médicos: em seguida, orientamos o que o relatório do seu médico precisa mostrar.
  3. Pedido de urgência: depois, buscamos na Justiça uma decisão rápida, quando o caso exige.
  4. Danos: por fim, quando cabível, pedimos indenização pela recusa indevida.

O que levar para o atendimento: pedido e relatório do médico, exames, a negativa do plano por escrito, a carteirinha e os documentos pessoais. Veja também: tratamento fora do rol da ANS e plano de saúde que negou tratamento.

Dra. Crislaine Faria Meireles, advogada

Dra. Crislaine Faria Meireles

Advogada · OAB/MG 220.946 · Direito Previdenciário e Direito à Saúde

Atende clientes de todo o Brasil, com horário agendado, em casos de benefícios do INSS e negativas de planos de saúde. Nota 5,0 com 59 avaliações no Google.

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Agende um horário com o escritório. A equipe da Dra. Crislaine analisa a negativa e busca a liberação com a urgência que o caso exige.

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Perguntas frequentes

O plano pode escolher a prótese?
Em geral, não. A indicação é do médico que acompanha o paciente, com justificativa técnica.

A cirurgia é considerada estética?
No entanto, na cranioplastia, o objetivo é proteger o cérebro e restabelecer a função, e não a estética.

Consigo decisão rápida?
Por fim, em casos de risco, o pedido de urgência costuma ser analisado em poucos dias.

A análise do caso tem custo?
Assim, sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.

Preciso ir até o escritório?
Portanto, não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.

Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.

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