Quem trabalha com alguma deficiência pode se aposentar antes e, muitas vezes, com um valor melhor do que nas regras comuns. A aposentadoria da pessoa com deficiência reconhece o esforço extra de quem enfrenta barreiras no dia a dia e, mesmo assim, contribui para o INSS.
No entanto, pouca gente sabe que tem esse direito. Além disso, o INSS costuma avaliar o grau da deficiência de forma mais baixa do que a realidade. Por isso, o apoio do escritório é decisivo.
Resumo rápido
- Pessoas com deficiência leve, moderada ou grave podem se aposentar mais cedo.
- Quanto maior o grau, menor o tempo de contribuição exigido.
- Também existe a opção por idade: 60 anos para homens e 55 para mulheres.
- Deficiências auditivas, visuais, físicas e intelectuais podem entrar nessa regra.
Quem pode pedir a aposentadoria da pessoa com deficiência
De modo geral, pode pedir quem trabalhou e contribuiu para o INSS tendo alguma deficiência de longo prazo. Além disso, a deficiência não precisa ter existido durante toda a vida profissional. Nesse caso, o tempo com e sem deficiência é ajustado.
Na prática, entram nessa regra, por exemplo, pessoas com perda auditiva, visão monocular, sequelas de acidente, amputações, doenças que limitam os movimentos e deficiência intelectual.
Por que o grau da deficiência faz tanta diferença
O tempo de contribuição exigido depende do grau da deficiência. Assim, uma avaliação mal feita pode atrasar a sua aposentadoria em anos. Por isso, chegar às avaliações do INSS com documentos completos e bem organizados é fundamental.
| Grau da deficiência | Tempo de contribuição (homem / mulher) |
|---|---|
| Grave | 25 anos / 20 anos |
| Moderada | 29 anos / 24 anos |
| Leve | 33 anos / 28 anos |
| Por idade, qualquer grau | 60 / 55 anos de idade, com 15 anos de contribuição |
Tem deficiência e trabalha há muitos anos? Descubra se você já pode se aposentar.
Aposentadoria da pessoa com deficiência negada: e agora?
Infelizmente, as negativas são comuns, principalmente por causa do grau atribuído na avaliação. Ainda assim, é possível contestar e, em muitos casos, conseguir o reconhecimento correto e os valores atrasados.
Como o escritório atua no seu caso
- Análise do caso: primeiramente, conferimos o seu histórico de contribuições e a documentação da deficiência.
- Cálculo: em seguida, simulamos a regra mais vantajosa para você.
- Preparação para as avaliações: depois, organizamos as provas médicas e sociais.
- Pedido e acompanhamento: por fim, conduzimos o pedido e acompanhamos o caso até a concessão.
O que levar para o atendimento: documento com foto, carteira de trabalho, extrato de contribuições do INSS, laudos, exames e relatórios que mostrem desde quando existe a deficiência.
Veja também: regras para se aposentar em 2026, isenção de IPVA para pessoa com deficiência, BPC para pessoa com deficiência e benefício negado pelo INSS. Por fim, informações gerais sobre os benefícios estão no site oficial do INSS.
Atendimento 100% online para todo o Brasil
Quer saber se já pode se aposentar?
Agende um horário com o escritório. Analisamos o seu caso individualmente e calculamos a melhor forma de se aposentar.
Dúvidas frequentes
Visão monocular dá direito a essa aposentadoria?
Pode dar, dependendo da avaliação. Por isso, cada caso precisa ser analisado individualmente.
A deficiência precisa existir desde o início do trabalho?
Não. Nesse caso, o tempo com e sem deficiência é ajustado no cálculo.
Posso continuar trabalhando depois de aposentado?
Em regra, sim.
A análise do caso tem custo?
Sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.
Preciso ir até o escritório?
Não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.
Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.

