A ablação por radiofrequência é indicada em casos de arritmia e também no tratamento de dores crônicas. É um procedimento que costuma evitar internações repetidas, mas ainda assim recebe negativa de muitos planos.
Resumo rápido
- Além disso, a ablação consta entre as coberturas quando há indicação médica.
- Além disso, a negativa por técnica “mais cara” costuma ser abusiva.
- Assim, o relatório do médico precisa mostrar por que essa é a melhor opção.
- Por isso, se houver risco, cabe pedido de urgência.
- Por fim, a recusa por escrito facilita a defesa do paciente.
Ablação por radiofrequência: quando o plano deve cobrir
O que decide é a indicação médica, e não a preferência da operadora. Veja:
| Situação | O que costuma valer |
|---|---|
| Assim, arritmia com indicação do cardiologista | Além disso, a cobertura costuma ser obrigatória. |
| Por isso, dor crônica com indicação do especialista | Assim, depende do quadro, e o relatório é decisivo. |
| Ou seja, plano alega técnica alternativa | Portanto, a escolha da técnica cabe ao médico. |
| No entanto, negativa por rede credenciada | Além disso, é possível discutir o reembolso ou a liberação. |
| Em geral, quadro com risco de agravamento | Dessa forma, reforça o pedido de decisão rápida. |
As regras gerais de cobertura são definidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, e você pode consultá-las no site oficial da ANS.
Por que o plano nega a ablação
Os motivos se repetem:
- Por isso, a operadora alega que o procedimento não está na lista da ANS para aquele uso;
- além disso, o plano oferece tratamento mais barato, contra a indicação médica;
- por isso, o hospital indicado não é da rede;
- Ou seja, a operadora questiona o material usado no procedimento.
O plano negou a sua ablação?
Negativa do plano: como o escritório atua
Quando o tratamento não pode esperar, o tempo é o que mais importa. Por isso, o escritório age com urgência e estratégia desde o primeiro contato.
- Análise do caso: primeiro, avaliamos os documentos e o melhor caminho para a sua situação.
- Documentos médicos: em seguida, orientamos o que o relatório do seu médico precisa mostrar.
- Pedido de urgência: depois, buscamos na Justiça uma decisão rápida, quando o caso exige.
- Danos: por fim, quando cabível, pedimos indenização pela recusa indevida.
O que levar para o atendimento: pedido e relatório do médico, exames, a negativa do plano por escrito, a carteirinha e os documentos pessoais. Veja também: tratamento fora do rol da ANS e carência do plano de saúde.
Dra. Crislaine Faria Meireles
Advogada · OAB/MG 220.946 · Direito Previdenciário e Direito à Saúde
Atende clientes de todo o Brasil, com horário agendado, em casos de benefícios do INSS e negativas de planos de saúde. Nota 5,0 com 59 avaliações no Google.
Atendimento 100% online para todo o Brasil
O seu procedimento foi negado pelo plano?
Agende um horário com o escritório. A equipe da Dra. Crislaine analisa o seu caso e busca a liberação.
Perguntas frequentes
O plano pode indicar outro tratamento?
Em geral, a indicação é do médico. O plano cobre o tratamento indicado, quando há justificativa.
E se o hospital não for credenciado?
No entanto, existem caminhos, como a liberação em outro hospital da rede ou o reembolso.
Preciso esperar a resposta do plano?
Por fim, não é preciso esperar meses. Com a negativa em mãos, o caso já pode ser analisado.
A análise do caso tem custo?
Assim, sim. Cada caso é analisado individualmente, em atendimento com horário agendado com o escritório e com a equipe da Dra. Crislaine.
Preciso ir até o escritório?
Portanto, não. O atendimento é 100% online, para clientes de todo o Brasil.
Este texto tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada do seu caso.

